Não pense que escrevo aqui o meu mais íntimo segredo, pois há segredos que eu não conto nem a mim mesma. E não é só o último segredo que revelo: há muitos segredinhos primários que eu deixo que se mantenham em enigma... (Clarice Lispector)

"São pelos pequenos momentos ...Que a gente quase morre ...Que intensamente vive ...Que longamente espera..."

domingo, 21 de novembro de 2010

Insensato Coração


O que fazes, O! Meu coração?
Por que és tão insensato?
Por que tu choras coração?
Por um amor tão ingrato!

Não percebes coração
De tão cego que estas,
Aquela que tanto amas
Pra você não quer olhar.

 Insensato coração...
Tal amor não pode dar certo.
Tu a amas de longe;
Outro, ela ama de perto.

-Gosto de ser insensato
De sentir suave dor
-Ser insensato,
É não ter nenhum amor.

2 comentários:

  1. Que poema mais fofo, Jhacy!

    Pena que é triste, né, linda?

    Mas, quando o coração dá de ser insensato...é fogo!

    beijinho

    Neli

    ResponderExcluir
  2. Jhacy!

    Muito doce o seu poema e meio que tristinho...como esperar sensatez do Amor?

    Um beijo!

    Sonia Regina.

    ResponderExcluir

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