Não pense que escrevo aqui o meu mais íntimo segredo, pois há segredos que eu não conto nem a mim mesma. E não é só o último segredo que revelo: há muitos segredinhos primários que eu deixo que se mantenham em enigma... (Clarice Lispector)

"São pelos pequenos momentos ...Que a gente quase morre ...Que intensamente vive ...Que longamente espera..."

domingo, 4 de outubro de 2009

A carta


Escrevo-te estas mal traçadas linhas, meu amor
Porque veio a saudade visitar meu coração
Espero que desculpes os meus erros por favor
Nas frases desta carta
que é uma prova de afeição
Talvez tu não a leias mas quem sabe até darás
Resposta imediata me chamando de meu bem
Porém o que me importa
é confessar-te uma vez mais
Não sei amar na vida mais ninguém

Tanto tempo faz,
que li no teu olhar
A vida cor-de-rosa que eu sonhava
E guardo a impressão
de que já vi passar
Um ano sem te ver,
um ano sem te amar
Ao me apaixonar,
por ti não reparei
Que tu tivestes só entusiasmo
E para terminar, amor assinarei
Da sempre, sempre tua...

"Quem nunca assim já escreveu: Sempre tua ou Sempre teu?"
Renato Russo

3 comentários:

  1. Pois é amiga... Quem nunca escreveu isso, nunca amou...
    No amor nos damos por inteiro!

    Bjos e uma linda semana...

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  2. Olá, Jacy!

    Esta bela carta, estas belas palavras só pdiam ser escritas por um Renato qualquer, rsrsr!!!

    Belissimas palavras que ninguém se importaria de que lhe fossem dedicadas!

    Beijinho,

    Renato

    ResponderExcluir
  3. Sempre,nunca são lugares que só existem em nossos sonhos...mas o poema é muito lindo !!!

    Adoraria receber uma carta assim,hehe!!!

    Beijos!

    Sonia Regina.

    ResponderExcluir

Olá amigos,
Sua visita e comentários me deixam imensamente feliz!!!
Obrigada!!!!


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